Quantas pessoas já nos visitaram?

Mostrando postagens com marcador Televisão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Televisão. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Power Ranger e a febre da série Super Sentai americana

Por Ana Paula Barbosa


Em 1993, embalada pelo sucesso da franquia de séries japonesas Super Sentai, produzida pela Toei Company, a Saban Entertainment, produtora norte americana decidiu encomendar o sucesso ao solo norte-americano. Surgiam os Power-Rangers.

Com quase quarenta anos de produção das séries Tokusatsu, termo designado para super-heróis japoneses, a Toei Company tem vários títulos de seriados Super Sentai, alguns deles inclusive exibidos no Brasil como Jaspion, Changeman e Flashman, produções na década de 80.

Em português, Super Sentai seria algo como “super esquadrão”. No Japão, o termo é empregado por dois ideogramas, o primeiro deles "sen" significa guerra e "tai" grupo.

A série "Mighty Morphin Power Rangers" surgiu como uma espécie de readaptação para os EUA de "Kyouryu Sentai Zyuranger", 16° série sentai da Toei Company. Os direitos foram comprados pelo empresário egípcio Haim Saban, que com base na ideia dos super-heróis made in japan decidiu criar os Rangers norte-americanos. A série estreou no final de agosto de 93 e era transmitida pela Fox Kids.

No enredo, Jason Lee Scott, Kimberly Hart, Zack Taylor, Trini Kwan, e Billy Cranston são adolescentes escolhidos pelo líder Zordon para derrotar a terrível feiticeira alienígena Rita Repulsa que por um erro astronauta é solta de seu recipiente extraterrestre e quer dominar a Terra. Para a caçada à líder alienígena, Zordon disponibiliza um arsenal de armas, trajes personalizados nas cores amarelo, azul, verde, vermelho, preto e rosa, além de robôs gigantes chamados Zords aos garotos recrutados pra lutar formando então junto com os adolescentes a força de combate Power Rangers.


A série no original durou até 95 tendo também a versão para os cinemas “Mighty Morphin Power Rangers: The Movie”. Depois disso a partir de 96 novas versões da série surgiram e a sentai americana foi rebatizada como a franquia Power Ranger.

No Brasil a série foi transmitida pela Rede Globo até 2012 e ainda hoje é transmitida pela Band para algumas regiões.

Relembre a série com um clipe da música "Go! Go! Power Rangers!". Divirta-se!





terça-feira, 4 de novembro de 2014

Top 10 Musas dos anos 90

Por André Marques

É possível afirmar que na década de 90 foram quebrados os últimos tabus sexuais que a sociedade carregou ao longo dos tempos. Se por um lado, as mulheres passaram a ter autonomia em expressar desejos e exibir os corpos sem maiores pudores, é fato que a vulgaridade passou a fazer parte desse universo com maior frequência. O Noventa por Hora separou 10 musas da época que despertaram, e muito, a imaginação dos adolescentes da época. Vamos lá?

10º Alicia Silverstone
Ela foi a estrela de uma série de clipes do Aerosmith (Cryin’, Amazing e Crazy), e isso fez com que sua carreira deslanchasse. Impulsionada pelo sucesso dos clipes, Alicia Silverstone protagonizou “Patricinhas de Beverly Hills” em 1995, e seu rostinho de menina era um colírio para os olhos dos marmanjos.

9º Mariah Carey
Ela surgiu para o mercado da música pop como uma das vozes mais incríveis de todos os tempos. Não é exagero. Mariah Carey é sim uma das maiores cantoras da história. Porém, a partir de meados dos anos 90, ela passou a explorar mais o corpo do que a voz em suas canções e videoclipes. Além de grande cantora, descobriu-se que Mariah é uma tremenda gostosa.

8º Sabrina Parlatore

Quem era vidrado em MTV nos anos 90 não conseguia resistir ao charme arrasador de Sabrina Parlatore. Modelo bem sucedida, em 95 ela passou em um teste de VJ, e entrou para a extinta emissora da Editora Abril. Durante três anos, ela apresentou o programa de maior audiência da casa, o Disk MTV. Sua beleza era tamanha que irritou a estrela Christina Aguilera em uma entrevista. Christina não suportou o fato da apresentadora ser mais bonita que ela.

7º Scheila Carvalho

O É o Tchan surgiu para o mercado da música como uma aberração sexual. Nada mais era sutil. Tudo passou a ser escancarado, e a morena do Tchan, além de linda, exibia um corpo de dar inveja às mulheres da época. Sheila Carvalho pode ser considerada, com sobras, um dos maiores símbolos sexuais que o Brasil já teve.

6º  Joana Prado (Feticeira)

Nos anos 90, Luciano Huck surgiu como um apresentador carismático, mas inegavelmente as musas que ele revelou roubaram a cena. A Feiticeira do extinto programa H foi sem dúvida uma das mulheres mais comentadas e admiradas da época.

5º Luiza Ambiel

Um dos quadros mais excitantes que a TV brasileira exibiu nos anos 90 (e não foram poucos) foi a famosa Banheira do Gugu, em que convidados entravam em uma banheira para pegar o máximo de sabonetes possível. O papel de Luiza Ambiel era não deixar a galera pegar os sabonetes. Se bem que ao entrar na banheira, dificilmente o convidado lembrava-se dos sabonetes.

4º Demi Moore

O segredo de Demi Moore sempre foi indecifrável. Uma mulher que foi construindo a sua imagem de sexy simbol ao longo dos anos 90, isso porque seus primeiros filmes não tinham apelo erótico. Em “Ghost”, de 1990, ela já despertou algum desejo nos homens, mas foi em “Invasão de Privacidade”, de 1993, que ela entrou de vez para o rol das deliciosas.

3° Suzana Alves (Tiazinha)
Mais uma estrela lançada por Luciano Huck. As sessões de depilação da Tiazinha no programa H fizeram tanto sucesso, que até música ela ganhou, composta por Vinny. O curioso é que por trás daquele corpo escultural e da máscara, havia um rosto meigo de uma menina encantadora.

2º Carla Peres
A loira do Tchan era realmente um espetáculo. Além das curvas, Carla Peres era também especialista na dança que atravessou o Brasil nos anos 90. O fato dela ter disparado várias gafes em programas de entrevistas, mostrando sua pequena capacidade intelectual, não alterou em nada sua imagem. Afinal, a única coisa que bastava em Carla Peres era sua “abundância”.

1º Sharon Stone



O maior símbolo sexual dos anos 90. Durante quase toda a década, Sharon Stone era sinônimo de beleza, charme e sedução. O modelo a ser seguido entre as mulheres. Seus filmes mais picantes da década lhe renderam a fama. “Instinto Selvagem”, de 1992 e “Invasão de Privacidade”, de 1993, foram sucessos estrondosos. Além de gostosa, Sharon mostrou-se também uma grande atriz. Em 1995, foi indicada ao Oscar por sua atuação em Casino.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Bobby Generic, o típico garoto perguntão vira desenho nos anos 90

Por Ana Paula Barbosa

Uma criança começa a falar, andar, fazer perguntas, talvez esse seja um dos piores pesadelos dos pais com os pequenos tagarelas em casa. Para ilustrar essa fase de criança falastrona os anos 90 trouxe o figuraça Bobby Generic, uma garotinho questionador e imaginativo criado pelo comediante e ator canadense Howie Mandel em “O Fantástico Mundo de Bobby”, desenho animado transmitido pela Fox Kids numa série com 80 episódios exibida em sete temporadas de 1990 a 98.



Bobby tem quatro anos de idade, mora com os pais Howard Generic e Martha, além dos irmãos mais velhos, Kelly Generic, a adolescente do lar, e Derek de dez anos que adora se dar bem em relação ao irmão mais novo. Na casa dos Generic ainda tem lugar pro cãozinho Roger, a quem Bobby sempre pede concelhos e para os tios Ted e Ruth de quem o pequeno sempre recebe apertos na bochecha ou cafuné.


O desenho animado gira em torno dos pensamentos de Bobby sobre as descobertas do dia-a-dia pelas quais crianças nessa fase passam. O garoto é muito imaginativo e se tiver uma dúvida não hesita em perguntar de jeito nenhum, isso desde o que é dinheiro até o que é amor. Cada descoberta traz uma ideia criativa na mente de Bobby que se vê em situações que envolvem a resposta obtida, como o dia em que se imaginou tendo que limpar jaulas de elefantes no zoológico caso fosse mal em sua primeira prova sobre formas geométricas.

Howie Mandel está junto a Bobby na série, mas o criador não aparece como um desenho, ele é um amigo humano do garoto e está presente sempre na abertura e no final de cada episódio, é comum também Howie aparecer cantando com Bobby em alguns episódios, na interação entre os dois sempre rola uma piada ou uma brincadeira que arranca boas risadas.

Você gostava de “O Fantástico Mundo de Bobby”? Que tal rever uma episódio? Abaixo separamos um especial para você, o dia em que o garoto descobre sobre as formas geométricas e o que é música. Dê uma pausa no seu dia pra dar uma espiada nas aventuras do pequeno. Você vai adorar! Divirta-se!






Mundo da Lua – Pegue carona no diário de bordo de Lucas Silva e Silva

Por Ana Paula Barbosa

Três anos antes de dar as caras no Castelo Ra-tim-bum, Luciano Amaral o Pedro da série era personagem principal do também seriado de Flávio de Souza pra TV Cultura, o “Mundo da Lua”.
Família Silva e Silva

Luciano era Lucas o filho mais novo da família Silva e Silva composta por Rogério, o pai interpretado por Antônio Fagundes, Carolina, a mãe, personagem da atriz Mira Haar, Rosa, a empregada encantada pela voz de Ney Nunes, locutor com quem conversava ao ouvir seu rádio na cozinha e Juliana a irmã mais velha de Lucas, fã da boy band de adolescentes Big Bad Boys que incluía Caio Blat como um dos membros. Todos moravam com Orlando, o avô paterno de Lucas numa casa situada no bairro de Pinheiros em São Paulo.

A história do Mundo da Lua começou quando o garoto ganhou um gravador do avô. Lucas tinha dez anos de idade na época e ao ganhar o gravador passou a se imaginar em situações cotidianas que narrava do que ele chamava de mundo da lua. Seu gravador era como um diário em que ele contava todas as suas experiências lunáticas, onde segundo ele tudo podia acontecer.

Com 52 episódios a série foi transmitida de outubro de 91 a setembro de 92 pela TV Cultura em parceria com o SESI-SP e em 2013 voltou remasterizada pela emissora. Atualmente Mundo da Lua é transmitido pela TV Ra-tim-bum de segunda a sexta-feira as dez da manhã.







Relembre a abertura de o Mundo da Lua e veja algumas fotos da série de Lucas Silva e Silva.


sábado, 4 de outubro de 2014

Doug ganha um novo par de sapatos

As aventuras de Doug Funnie, o Homem Codorna de Jim Jinkins

Por Ana Paula Barbosa
Baseado no livro nunca publicado “Doug Got a New Pair of Shoes”, escrito pelo desenhista da Nickelodeon Jim Jinkins, o desenho animado Doug chegou às telinhas da Nick em 1991. O personagem foi criado em homenagem a Doug Eckhardt, afilhado do criador e adaptado pra TV com roteiro de Joe Aaron.
Doug tem onze anos de idade e se muda para rua Jumbo, 21 em Bluffington com os pais Phil e Theda, na chegada a cidade faz amizade com Skeeter, um garoto esverdeado que lhe apresenta o grupo "Os Beets" de quem logo Doug vira fã, a banda foi criada por Jim em referência aos Beatles e Ramones.
Tocador de banjo, Doug, o narigudo de bermudas largas é dono do cachorro costelinha que mora num iglu, e apaixonado por Patty Maionese, sua também amiga de colégio. Amante da imaginação, Doug viaja em seus pensamentos e escreve constantemente em seu diário, é dele que saem as narrações dos episódios do desenho. 
Quando preso em seus pensamentos o garoto se vê como um herói o Homem Codorna que se veste com uma cueca por cima da bermuda, tem uma capa vermelha presa no pescoço e um cinto que envolve a cabeça. Na sua companhia heroica Doug tem Skeeter ao seu lado como Mosquito Prateado e o fiel costelinha como Cãodorna ou Costelinha Adams.
O encanto de Doug por Patti Maionese é trazido de duas paixões do passado de Jim Jinkins, as garotas Patti e Mayo. Além delas, o Homem Codorna também é uma adaptação da vida de Jim para o desenho, o herói fez parte do universo imaginário da infância do desenhista.
Como toda animação que se passa também no colégio, Doug tem um “amigo vilão” que o persegue, o Roger Klotz, um garoto amarelo cheio de marra que atormenta Doug com sua trupe de amigos. Na imaginação de Doug enquanto Homem Codorna, Roger é o vilão Doutor Klotzenstein em referência ao Doutor Frankenstein.
Roger tem uma paixonite pela irmã de Doug a Judy que detesta o comportamento do irmão por julga-lo infantil demais e odeia que ele entre em seu quarto. Judy é uma menina excêntrica que vive de óculos escuros até dentro de casa e tem um estilo baseado no beatnik, movimento anti-materialista dos anos 50.
Doug foi produzido com cerca de 52 episódios pela Nickelodeo até 94. Dois anos depois, em fevereiro de 96 a Disney comprou a série e trouxe novos episódios, marcados por mudanças no estilo de alguns personagens, a chegada da irmãzinha mais nova de Doug, menos leituras do diário do personagem e um bonitão que tenta disputar a atenção de Patti Maionese com Doug. A versão Disney do desenho durou até 1999.
Aqui no Brasil o desenho quando produzido pela Nickelodeo foi inicialmente exibido pela TV Cultura, depois SBT e Band. A fase Disney foi exibida pelo SBT, Disney Channel e Rede Manchete. A fase Nick, mais suscetível do desenho é ainda exibida atualmente pela TV cultura.
Relembre a abertura de Doug Funnie no vídeo abaixo e veja nossa galeria de fotos. Divirta-se!


Doug como Homem codorna
e costelinha como cãodorna

Skeeter, o inseparável amigo de Doug
Paty Maionese - a grande paixão de Doug​

Roger, o vilão do desenho​

Judy, a irmã adolescente de Doug





segunda-feira, 29 de setembro de 2014

FRIENDS! Vinte anos de amizade!

Por Carol Lopes

A sitcon americana que estreou em 22 de setembro de 1994 pela NBC sem grandes pretensões completa 20 anos de sucesso. Criada por David Crane e Marta Kauffman a série durou 10 anos, contendo 10 temporadas e 236 episódios.


A ideia de retratar a história de vida de 6 amigos como personagens comuns, que vivem os conflitos comuns de seus vinte e poucos anos conquistou os telespectadores do mundo inteiro durante todas as temporadas, alcançando 52,5 milhões de espectadores em seu último capítulo, em 6 de maio de 2004. Rendeu também 40 indicações ao Emmy.

Os 6 amigos que viviam em Manhatan na cidade de Nova York e se reuniam no café Central Perk nos fizeram dar muitas risadas e também nos emocionaram por muitas vezes.
Jenifer Aniston interpreta Rachel Green, uma ex-rica mimada que inicia a série á procura de emprego e no decorrer da mesma mantém uma relação instável com Ross Geller, interpretado por David Schwimmer, que é apaixonado por Rachel desde de o colegial, já se divorciou três vezes durante o seriado e é irmão de Mônica Geller, que é interpretada por Courteney Cox, a maníaca por limpeza e de um espírito super competitivo, que depois de anos de amizade com Chandler Bing começa a namorá-lo, e se casa com ele sétima temporada. Chandler (Matthew Perry), o sarcástico da turma que durante anos exerce uma profissão que odeia, é o cara da piada certa na hora errada. E antes de morar com Mônica, dividia o apartamento com Joey Tribbiani (Matt LeBlanc), um ator que dá em cima de toda mulher que aparece com sua famosa frase “how you doing?” e por fim temos a  Lisa Kudrow que dá vida a excêntrica, vegetariana e metida a cantora Phoebe Buffay, filha de uma mãe suicida, irmã de uma gêmea que odeia, e que aceita ser barriga de aluguel do seu irmão.


Friends é reprisada atualmente na Warner, onde está ganhando vários especiais em comemoração ao seu aniversário. Você também consegue todos os episódios no Youtube ou em box separados por temporadas vendidos em livrarias. 


terça-feira, 23 de setembro de 2014

O gordo, o magro e o refrigerante de laranja

Por Ana Paula Barbosa


Se você assistiu Kenan e Kel provavelmente nunca viu alguém que ame mais refrigerante de laranja como o magro da dupla.

Transmitida a partir de 96 pela Nickelodeon, a série de comédia americana gira em torno da amizade de dois garotos atrapalhados que sempre se metem em confusão. Kel, o mais esperto, ou menos atrapalhado da dupla,  sempre se envolve em alguma enrascada por bobagens protagonizadas pelo seu melhor amigo Kenan, o obcecado por refrigerante de laranja que arrancava gargalhadas com seus tombos e frases das mais bizarras possíveis.


Kenan trabalha na mercearia de Chris, um tiozão solteiro que mora com a mãe e tem um irmão gêmeo ricaço.  Kel sempre aponta por lá pra descolar um refresco de laranja ou em qualquer lugar que o amigo esteja pra metê-lo em confusão. As ideias mais absurdas sempre partem de Kenan, mas como o amigo nunca consegue fazer nada direito, tudo dá errado no final que é sempre marcado pelo amigo magro gritando: "Kenaaaaan"! Que ao fim de cada episódio sempre deixa Kel sozinho no palco.

A situation comedy ou sitcon é caracteriza por ser gravada num palco de teatro e geralmente trazer situações cotidianas passadas em ambientes como casa, trabalho, colégio, etc. No caso de Kenan e Kel, os personagens trazem inclusive os primeiros nomes dos atores. Não se sabe se os garotos são tão atrapalhados na vida real ou se Kel é tão apaixonado por refrigerante de laranja assim. Mas os 23 minutos de cada episódio da série renderam 4 temporadas e 65 episódios até 2000.

Aqui no Brasil, a comédia foi transmitida pela Globo a partir do ano em que findaram suas gravações na gringa.


Abaixo o vídeo de abertura da série com a música “Aw Here It Goes” do rapper Coolio.



sábado, 20 de setembro de 2014

O programa que deu voz ao jovem nos Anos 90

Por Carol Lopes

Os programas de auditório que já existem na televisão brasileira desde 1955, sempre fizeram sucesso, e na década de 90 eles atingiram o auge da popularidade com conteúdo voltado ao público jovem. Um dos programas de maior sucesso nesse formato foi o Programa Livre, que estreou em agosto de 1991.  Exibido pelo SBT, apresentado por Serginho Groisman e com direção de Josias Braga, ficou no ar até dezembro de 2001.

O formato do programa com uma platéia jovem quase sempre composta por estudantes que podiam fazer perguntas aos artistas convidados, com shows e entrevistas rolando no palco, além de quadros humorísticos e algumas gincanas, fez tanto sucesso que até hoje o apresentador Serginho Groisman mantém a ideia com o Altas Horas, na Rede Globo.

Em 1999, Serginho Groisman saiu do SBT e o Programa Livre continuou sendo apresentado cada dia da semana por um apresentador diferente, eram eles: Ney Gonçalves Dias, Márcia Goldschimidt, Lu barsotti, Cristina Rocha e Otávio Mesquita. Em Janeiro de 2000, quem passou a comandar o programa foi a Baby Xavier (ex-VJ da MTV) e ela ficou até dezembro de 2001, quando o programa finalmente saiu do ar devido à baixa audiência.

Em 2012 cogitou-se a possibilidade do Programa voltar, o que nunca aconteceu. Portanto resta ficar na memória o Programa Livre que nós conhecemos, junto com tantas atrações boas que passaram por lá.

Relembre um momento marcante do Programa Livre que foi ao ar em 1994 com a Legião Urbana.



sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Vamos comer um churrasquinho e dar uns beijinhos?

Relembre Will Smith e sua trupe em Um Maluco no Pedaço

Por Ana Paula Barbosa
A família Banks – da esquerda para a direita: Vivian Banks (tia Vivian), Will Smith (ao centro), 
Geoffrey (o mordomo fiel), Carlton Banks (o primo trapalhão de Will), Hillary (a prima mais velha de Will), 
Philip Banks (o lendário tio Phil) e ao lado, sua filha mais nova Ashley.

Digamos que receber um convite como o de Jazz para um encontro talvez não seja algo tão convencional assim, mas que a cantada acima arrancou bons risos quando dita pelo melhor amigo de Will Smith em “Um Maluco no Pedaço” não dá pra negar.

Produzida e exibida pela emissora americana National Broadcasting Company em meados de 1990, e transmitida pelo SBT no Brasil, a série “The Fresh Prince of Bel-air”, em tradução literal – “O Príncipe de Bel-Air” - ficou mundialmente famosa por revelar Will Smith como protagonista. Na trama, o rapaz pobre do subúrbio da Filadélfia é convidado a morar com o tio cheio da grana em Bel-Air, um dos bairros mais nobres de Los Angeles na Califórnia.

Mas a vida de Philip Banks, ou tio Phil para os chegados, passa a ser uma loucura com a chegada do sobrinho. Cheio de simpatia e estilo na companhia de Jazz seu fiel amigo, o garoto Willian passa a aprontar todas na pacata Bel-Air, transformando a cidade e a vida dos Banks numa divertidíssima aventura.

E você acompanha Will Smith em Um Maluco no Pedaço? Então conta pro Noventa qual era seu personagem favorito. Abaixo algumas fotos da série e o antes e depois da trupe. E na sequência o clipe de "Summertime", sucesso de 1990 quando Will Smith se lançou como rapper juntamente com seu já amigo antes da série Jeffrey Townes, o Jazz.


Will Smith
Hillary, a prima vaidosa de Will era interpretada por Karyn Parsons
A atriz Tatyana Ali interpretava Ashley Banks na série
O Ator Joseph Marcell, interpretava o mordomo Geoffrey

Primeira versão da Tia Vivian na série, era interpretada pela atriz Janet Hubert-Whitten
  
A atriz Daphne Reid, interpretou a Tia Vivian na segunda fase da série
O último filho do tio Phil, Nick Banks, era interpretado pelo ator Ross Elliot Bagley
  
Amigo fiel de Will no seriado, o ator Jeffrey Townes é também DJ e produtor musical 


   DJ Jazzy Jeff & The Fresh Prince - Summertime

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

The Little Rascals, o aniversário de 20 anos da chegada de "Os Batutinhas" às telonas

Por Ana Paula Barbosa

Em agosto, a turma de Alfalfa comemorou seu aniversário de vinte anos de estreia nos cinemas


Inspirado na série americana dos anos 20 “Our Gang”, que contava as aventuras vividas por crianças pobres nos bairros estadunidenses, o filme “The Little Rascals” ou “Os Batutinhas”, de 1994, traz a mesma proposta da série passada ainda nos anos de filme mudo que ficou famosa por ter um elenco diversificado, miscigenado, composto também por crianças negras, algo que era pouco visto nos cinemas naquela época.

A história de "Os Batutinhas" gira em torno de um clube de garotos de bairro, o "The Blur", comandado por Spanky e sua trupe que detestam garotas. O grupo decide então participar de uma corrida de kart, na qual Alfalfa será o piloto, mas o garoto não aparece no dia da seleção e logo o grupo descobre que ele estava na companhia de sua amiga Darla no momento da escolha. Imediatamente, a banca dos “The Blur” faz de tudo pra afastar Darla do caminho de Alfalfa, inclusive promovendo um incêndio no local onde o grupo se reúne. A sequência das aventuras seguem com o roubo do kart dos “The Blur”. A busca por fazer outro veículo e conseguir ganhar o prêmio da corrida pensando na reconstrução do local de encontro da turma e a reconciliação de Darla e Alfalfa, com direito à visita do pequeno de cabelo espetado ao ensaio de balé de garota, uma carta de amor não entregue e uma serenata.

Mas no final das contas tudo se resolve, um novo kart é construído pela turma que ganha a corrida e se vinga dos malvados Butch e Woim que tomaram o veículo anterior. Na linha de chagada Alfalfa e Spanky recebem seu prêmio e conhecem A.J. Ferguson, piloto favorito da dupla. A surpresa é que A.J. Ferguson é na verdade uma mulher, o que deixa os garotos boquiabertos e faz o grupo abrir o coração e aceitar a amizade de Alfafa e Darla, que acabam se reconciliando e a garota é convidada para fazer parte da trupe.


Este ano em comemoração ao aniversário da comédia, a produtora 22 Visions publicou uma foto em que reproduz a capa do filme com os atores vinte anos após a estreia. O Noventa separou essa arte aqui no blog pra você! Dá uma olhada...


terça-feira, 16 de setembro de 2014

Tá na mêss, pessoaaaaal!

Por Ana Paula Babosa


Em 1993, as manhãs da criançada que assistia a TV Globo tomou um rumo diferente que o de costume. Em substituição ao programa “Xou da Xuxa”, Luiz Ferré, Roberto Dornelles e Boninho decidiram colocar no ar um programa de entretenimento apresentado por personagens caracterizados como cachorros. A peça principal da brincadeira era a produtora Priscila, uma sheepdog delicada e toda cheia de charme que sonhava com a fama e vivia correndo para todos os lados pra tentar organizar a bagunça.

Além de Priscila, a TV Colosso também contava com Borges, o operador buldogue responsável por apertar o botão para a entrada dos desenhos da programação, Jaca Paladium com o quadro “Acredite se Puder”, em uma referência bem animada ao “Acredite se Quiser” ou “Ripley's Believe It Or Not!", programa americano apresentado por Jack Palance popularizado no Brasil nos anos 80 e Thunderdog, cão que imitava os trejeitos do apresentador Thunderbird com o quadro Clip-Cão. Havia ainda os Shar Pei Provolone e Parmesão, dois cães brincalhões que contavam piada e também apresentavam os desenhos animados, o faz-tudo Gilmar, o diretor da emissora JF e seu assistente Capachão. Em 95 entraram para trupe os sonoplastas Janjão e Binho.

A maioria dos quadros da TV Colosso eram paródias de programas populares da época como o "Olimpíadas de Cachorro" em referência ao “Esporte Espetacular”, "Você Escolhe" numa brincadeira com o “Você Decide”, o "Jornal Colossal" uma imitação do “Jornal Nacional”, além da brincadeira com novelas mexicanas na versão canina com títulos como “Pedigree” e “Os Filhos da Cadela” além do popular seriado “As Aventuras do Super-Cão”.
Em 96, a cachorrada recebeu mais um integrante responsável pela apresentação do talk show da “emissora”, o Zé Carioca, o papagaio da Disney teve como entrevistados personalidades como o atleta Robson Caetano, a apresentadora Angélica, a dupla Sandy & Júnior e o humorista Renato Aragão. Além de receber convidados, Zé também apresentava blocos de desenhos e respondia cartas de fãs.

Quem acompanhava a TV Colosso não só se divertia com as trapalhadas dos simpáticos cães como quando eles eram perturbados por pulgas intrusas, mas também podiam assistir alguns dos mais bombados desenhos animados da época como Power Rangers, Os Simpsons, As Aventuras de Mickey e Donald, He-Man, She-ra, As Tartarugas Ninjas, Thundercats e Três É Demais.

O Programa acabava por volta do meio dia, horário em que o cão responsável pela cozinha gritava em sotaque francês o seu famoso: “Atentión, pessoall, tá na horrra de matarr a fomê! Tá na mêss, pessoaaaaal”. Nessa hora não dava nem tempo do dog fechar a boca, a cachorrada saia as pressas, derrubando tudo que via pela frente em busca do rango.

O sucesso do programa rendeu dois álbuns musicais: “TV Colosso” e “TV Colosso 2”, o primeiro contendo a música de abertura do programa "Eu Não Largo o Osso" cantada pelas Paquitas. A marca ainda ganhou produtos licenciados como “TV Colosso em Quadrinhos” e o jogo eletrônico “As Aventuras da TV Colosso”.

Reveja alguns trechos da TV Colosso com a delicada produtora Priscila, a abertura do programa e “As aventuras do Super-Cão”.





segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Programa H, reduto de sexy symbols dos anos 90

Por Ana Paula Barbosa


Em 1997, a TV Bandeirantes levou Luciano Huck às telinhas para apresentar o H, programa de auditório voltado aos jovens e que misturava música, brincadeiras e quadros sensuais, protagonizados por Tiazinha, personagem de Suzana Alvez que se vestia com lingerie preta, salto alto, máscara e portava um chicote remetendo ao sadomasoquismo. A ideia era convidar garotos do palco a participar dos castigos da poderosa que os massacrava com depilação com cera quente enquanto os deixava babando com performances sensuais.

Mas Tiazinha não estava sozinha. Joana Prado,  à época assistente de palco, se tornou mais tarde com a saída de Suzana a principal atração sensual feminina do programa. Surgia a Feiticeira, sexy symbol que dizia basear-se na personagem da série americana "Jeannie é um Gênio", por conta dos seus trajes semelhantes aos usados pela atriz no seriado.

Tiazinha e Feiticeira foram grandes símbolos sexuais do período. O espaço no H lhes rendeu bons ganhos financeiros, e isso propiciou a ambas lugar no topo da lista das playboys mais vendidas da década. 

Depois do H, Tiazinha ainda ganhou um programa na emissora, e assim como a Feiticeira participou da Casa dos Artistas, Reality Show transmitido pelo SBT no começo de 2000. 

Hoje Suzana é atriz e professora de academia e tenta se desvincular sem sucesso do rótulo de Tiazinha que lhe consolidou nos anos 90. Já Joana Prado é dona do lar e esposa do lutador de MMA Vítor Belfort, status que oculta sua identidade do passado. Ou não!


Relembre alguns momentos das meninas do H nos anos 90.